És toda a bagunça que habita em mim
És o caos da noite sem dormir
As latas vazias e espalhadas, ainda com restos, pelas esquinas do apartamento
Os livros da mesa empilhados, alguns abertos, outros molhados da cerveja da noite anterior
És a toalha de banho úmida em cima da cama
Os copos, pratos, panelas sem lavar
A ansiedade do final do dia, a bebida, o ansiolítico
És onipresente, eu sei, até que haja um fim
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