martes, 21 de septiembre de 2021

A bagunça que há em mim

És toda a bagunça que habita em mim

És o caos da noite sem dormir

As latas vazias e espalhadas, ainda com restos, pelas esquinas do apartamento

Os livros da mesa empilhados, alguns abertos, outros molhados da cerveja da noite anterior

És a toalha de banho úmida em cima da cama

Os copos, pratos, panelas sem lavar

A ansiedade do final do dia, a bebida, o ansiolítico

És onipresente, eu sei,  até que haja um fim



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